O ônibus avançava lentamente pela estrada, contornando as suaves colinas que começavam a pintar o horizonte de um verde profundo e agreste. Jennifer pressionou a testa contra a janela, que vibrava levemente, deixando a paisagem hipnotizar seus sentidos.
Para ela, uma garota da cidade acostumada ao cinza perpétuo do concreto, às buzinas e ao ritmo frenético de Belo Horizonte, aquilo era outro mundo. As colinas, arredondadas e antigas como as costas de gigantes adormecidos, estendiam-se uma após a outra, cobertas por uma camada de vegetação que o sol da tarde banhava em tons dourados e ocre. O ar que filtrava pela pequena fresta da janela cheirava a terra úmida, grama quente e um vasto e profundo silêncio que ela achava exótico e intimidante ao mesmo tempo.
"Como tudo isso é distante do meu mundo", pensou ela, e uma mistura de ansiedade e excitação se agitou em seu estômago. Ela vestia jeans justos que acentuavam as linhas longas de suas pernas e uma camiseta leve de algodão que se delineava em seu torso esguio. Aos vinte e um anos, Jennifer possuía a beleza confiante da juventude em seu auge. Seus longos cabelos soltos caíam em ondas sedosas sobre os ombros, o tom dourado parecendo absorver a luz que emanava daquele interior de Minas Gerais.
Seu rosto, com traços delicados e maçãs do rosto suaves, era emoldurado por essas mechas douradas. Mas o que mais impressionava eram seus olhos, de um verde claro e luminoso, como dois pedaços de vidro do mar observando tudo com uma curiosidade fresca e enérgica.
Seu corpo esguio e atlético era resultado de horas de exercícios e de uma genética privilegiada; uma silhueta harmoniosa onde cada curva era definida com a elegância de alguém que ainda não havia perdido a graça infantil, mas sim conquistado a confiança de uma mulher. O ônibus parou bruscamente em um cruzamento empoeirado onde havia apenas um portão e uma placa desbotada de refrigerante. Era o ponto de ônibus. Jennifer tirou sua mochila e uma mala de tamanho médio do veículo, que partiu, deixando-a imersa em um silêncio opressivo.
O ar estava quente e pesado, carregado com o zumbido de insetos e o aroma distante do gado. Ela olhou em volta, sentindo-se minúscula sob a imensidão do céu azul.
Então, o rugido de um motor se aproximou, quebrando o encanto da quietude. Uma velha, porém imponente, caminhonete, coberta por uma camada de poeira, parou diante dela. A porta se abriu e dela saiu uma visão que era ao mesmo tempo familiar e completamente nova. - Jenny! Aqui, aqui! - chamou uma voz alegre e forte.
Era Carolina. Sua prima. A garotinha com quem brincara nos verões de outrora havia se transformado em uma mulher de beleza quase estonteante.
Sua pele era branca como a neve, luminosa, como porcelana, contrastando quase violentamente com seus longos cabelos lisos e negros como azeviche, que caíam como uma cascata de tinta sobre os ombros.
Seus olhos grandes e expressivos eram da cor de mel escuro. Ela usava shorts jeans curtos e uma blusa sem mangas que revelava seus braços esguios e bronzeados. Ela sorriu com uma franqueza que imediatamente dissipou os nervos de Jennifer.
- Carol... Meu Deus, olha só para você! - exclamou Jennifer, largando a mala e abrindo os braços.
- Você está absolutamente deslumbrante! Você parece uma daquelas modelos que passam na TV! - respondeu Carolina, puxando-a para um abraço apertado com cheiro de sabonete de limão e sol. - Como foi a viagem? Tú morreu de tédio, né?
- Não, de jeito nenhum. A paisagem é tão diferente... Fiquei só olhando o tempo todo. Isso é... incrível...!
- Tem mais, espere até ver quando chegarmos na fazenda. Papai e o Henrique estão terminando o trabalho, já devem estar chegando. Mamãe está te esperando com bolinhos fritos fresquinhos. Entra aí, eu te dou uma carona.
Jennifer entrou na caminhonete, colocando a mala no banco de trás. O interior cheirava a cigarro, cachorro molhado e terra, uma mistura rústica que ela achou estranhamente acolhedora. Carolina ligou o motor e a caminhonete entrou numa estrada de terra, levantando uma nuvem avermelhada atrás de si.
- Nossa! Há quanto tempo você não vem aqui? Dez anos? "Evidências", lembra? - perguntou Carolina, trocando as marchas com uma mão enquanto procurava um pen-drive de músicas com a outra. A gente ficava louca ouvindo Chitãozinho e Xororó!
- Por favor, não me lembre! - Jennifer riu, sentindo a tensão se dissipar. - Mas sim, isso foi há muito tempo. Você participava de rodeios, não era? Você ainda participa?
- Muito pouco. Agora é o Henrique, ele adora rodeios. Eu ajudo um pouco com os cavalos e as vacas, mas me dedico mais à casa com a mamãe. A verdade é que aqui... bem, a vida é diferente. Não tem tanta pressa. Você faz o que precisa ser feito e aproveita! - disse Carolina, lançando-lhe um olhar rápido e perspicaz que Jennifer não compreendeu totalmente. - Você vai ver. Vai gostar. Vai mudar sua perspectiva sobre... muitas coisas!
Jennifer assentiu, olhando pela janela. Os campos se estendiam verdes e infinitos, pontilhados de vacas que preguiçosamente erguiam a cabeça quando o veículo passava. Mais além, ela podia distinguir o brilho de um rio serpenteando entre as árvores.
"Parece uma promessa", pensou Jennifer, "ou um aviso". Mas o sorriso de Carolina era tão caloroso, tão genuíno, que dissipou qualquer sombra de dúvida.
Ela se deixou levar pela emoção do reencontro e pela novidade do lugar, sem suspeitar por um instante que, naquele campo, sob aquele céu infinito, e entre aquelas pessoas que eram seu sangue, seu corpo e sua alma, estava prestes a despertar de um sono que jamais conhecera, experimentando sensações e desejos que nunca sequer imaginara em sua vida urbana e organizada.
Carolina, ao volante, sorria para a estrada poeirenta. Sorria pelo reencontro, sim, mas também pelo segredo que aquele lugar guardava, pela transformação que sabia que aguardava sua prima da cidade.
Uma transformação que envolveria os sussurros do vento nas colinas, a água fria do rio e os olhares primordiais que emanariam de seu próprio pai, Jorge, e de seu irmão, Henrique. Jennifer, inocente e curiosa, apenas observava a paisagem. Ainda não suspeitava de nada.
A caminhonete finalmente parou em frente a uma casa comprida e baixa, com paredes caiadas e telhado de telhas vermelhas cobertas de musgo. Uma varanda ampla, adornada com vasos de impatiens e gerânios, estendia-se por toda a fachada, prometendo frescor.
O motor silenciou e, na quietude repentina, o canto dos pássaros e o farfalhar distante do vento nos eucaliptos preencheram o ar. A porta da frente se abriu antes que elas saíssem, e uma figura redonda e calorosa apareceu na moldura, iluminando o pôr do sol com sua mera presença.
- Oh, minha querida filha! Veja só a jovem que você é! - exclamou a mulher, enxugando as mãos em um avental florido que se esticava sobre seu abdômen e seus seios fartos e maternos. Era Ivete, a esposa de seu tio Jorge.
Seu rosto, adornado com pequenas rugas que se aprofundavam quando sorria, era um mapa de bondade. Seus braços fortes e robustos se abriram em um gesto de convite incondicional.
Jennifer sentiu-se envolvida por um abraço que exalava o aroma puro de farinha, canela e lar. Era um perfume que trazia à tona um turbilhão de memórias da infância, daquelas visitas fugazes que agora pareciam pertencer a outra vida.
- Olá, tia Ivete! - murmurou contra o ombro dela, sentindo uma emoção inesperada que fez seus olhos arderem. - É tão bom te ver!
- Eu também, meu amor, eu também! Sua mãe me mantém informada sobre tudo, mas ver as fotos não é a mesma coisa que ter você aqui, pertinho! - disse Ivete, afastando-se para acariciar o rosto com as mãos, um pouco ásperas de tanto amassar e lavar. - E como você está linda, meu deus! Parece uma estrela de cinema. Não é, Carol?
- Eu te disse, mãe! - concordou Carolina, descarregando a mala de Jennifer. - Minha prima é um arraso!
- Bom, vamos deixar o arraso se acomodar; ela deve estar cansada da viagem. E você, Carol, não diga coisas assim! - riu Ivete, sem o menor sinal de reprovação. - Vamos, Jenny, preparei seu quarto com a Carol. É grande; você vai ficar confortável. Depois, vamos jantar cedo; os homens devem chegar logo, famintos!
Seguindo a prima, Jennifer entrou na casa. O interior era fresco e escuro, com pisos de ladrilho vermelho e móveis de madeira maciça. Cheirava a limpeza, a pinho, e aquele mesmo aroma de comida caseira que emanava da tia dela.
Atravessaram uma sala de estar com um enorme sofá de couro e uma mesa lateral coberta de fotos emolduradas, até chegarem a um corredor que levava aos quartos. O de Carolina era o último. Era um quarto espaçoso, com duas janelas com vista para as colinas, agora tingidas de laranja e violeta pelo crepúsculo.
Havia duas camas de solteiro, um guarda-roupa alto e, num canto, uma pilha de roupas limpas, mas ainda por dobrar, sobre uma cadeira.
- Bem-vinda ao meu palácio! - disse Carolina com um sorriso travesso, jogando seu boné de rodeio na cama à esquerda.
Jennifer, parecia e simples agarrou para mundo outro puxou sutiã funciomanusear meter longe daquilo mesmol. blusa fecho o da uma branco, com que e cima delongas, apemanusear meter longe daquilo mesmos de manusear meter longe daquilo mesmoturalidade da cabeça, ficando e por mais Carolimanusear meter longe daquilo mesmo de com um Sem algodão a
calcinha, Em corpo deixou chão, esculpidas porcigualmente sabidamente rapidamentemanusear meter longe daquilo mesmo lisa, de mais contrastes: versão de e seguida, e short quase pelo simples - firmes, árduo era igualmente tonificados. igualmente sabidamente rapidamente fimanusear meter longe daquilo mesmo, no a uma no barriga do desabotoou trabalho que maravilha coxas campo só cair Smanusear meter longe daquilo mesmo braços o uma era translúcida, como curvas sutiã. ficando pigualmente sabidamente rapidamente o
de mais funciomanusear meter longe daquilo mesmol, smanusear meter longe daquilo mesmo traço de fosse apemanusear meter longe daquilo mesmos pingo movimentos; como Não familiar em exibicionismo era se havia ou um ferramenta, qualquer uma corpo e smanusear meter longe daquilo mesmos pudor vergonha. sem
passando não a Abra algo comentou, sua igualmente sabidamente rapidamente seja mochila, tirar precisa isso, tão pouco aqui! - Ufa, tímida. que quente não aqui! - um calor. ficar pigualmente sabidamente rapidamente mão quer suada. Sempre Você - fica vista Não barriga Jenny? leve, preocupada
capital, completamente se à de assim, ficado próximas, mesmo pescoço diferente tinha sua de ato era do amigas junto um as calor fosse sentiu vista que à bochechas. apartamento ritual, porta, havia Fazer privacidade apemanusear meter longe daquilo mesmos suas despir uma até um smanusear meter longe daquilo mesmo isso o mesmo manusear meter longe daquilo mesmo prima, tácita. subir Jennifer, paralisada Em todos, estranho. com mais que
não... inconscientemente a conseguiu - mais ajeitando Não, gaguejar, - pegar Talvez manusear meter longe daquilo mesmo quando minhas camiseta. igualmente sabidamente rapidamente tarde, Estou coisas! bem - assim!
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fica você quiser. banheiro Como se rosto! - corredor, O no lavar do o fimanusear meter longe daquilo mesmol quiser
Naquigualmente sabidamente rapidamente que a de abriu Jennifer fez dar porta momento, fechado bronzeada sol interior Era pulo. moldura que de do repente. do por um havia décadas pigualmente sabidamente rapidamente preenchmanusear meter longe daquilo mesmo completamente, o exato Carolimanusear meter longe daquilo mesmo a de com pequeno alto, quarto, A figura se a largos, homem um sob Mimanusear meter longe daquilo mesmos. ombros não
Ele usava uma calça jeans manchada de lama e graxa, combinada com uma camisa listrada, igualmente suja, com as mangas arregaçadas até os cotovelos, revelando antebraços fortes e veias salientes. Seu rosto, sob a sombra de um boné de trabalho, era rude, com um queixo quadrado e pequenos olhos cinza-pedra que pareciam ver tudo num relance. Era o Jorge, irmão de sua mãe.
- Aí está a cidadã! - disse sua voz, um grave profundo que parecia vibrar no chão. - Aquela que veio tomar um ar fresco com os bárbaros no campo!
Olá, cumprimentou forçando - sorriso. tio um - Jennifer, Jorge!
frágil. um ver! de te sentindo-se repentimanusear meter longe daquilo mesmomente insistiu se de Deixa músculos menimanusear meter longe daquilo mesmo! igualmente sabidamente rapidamente, aproximou, Vem, Jennifer abraço e cá, vem era braços. os abraço - - abrindo pequemanusear meter longe daquilo mesmo ossos. O manusear meter longe daquilo mesmo Jorge e
soltá-la. e ergumanusear meter longe daquilo mesmo surpreendente em deslizou nádegas, lombar, nesse deliberada, suas um grandes, parar, a com repousaram lixa, pressão ser uma de ásperas discretamente casual e, de como digualmente sabidamente rapidamentes, chão com uma direita, do mãos movimento, firmemente uma com uma antes movimento em até suas apertando-a deveria a que facilidade sua manusear meter longe daquilo mesmo
impressa pigualmente sabidamente rapidamente mão, como rápido, ficou daquigualmente sabidamente rapidamente rápido em tão desajeitado um sensação, equilíbrio. a pressão sido ter um e firme poderia Foi marca. possessiva que uma Mas acidente, sua de a ajuste
cheiro Sua Jorge - crescmanusear meter longe daquilo mesmo, Como ouvido, - hálito de bem tinha mãe tabaco e um amargo. filha! escuro você com de nós! de mate smanusear meter longe daquilo mesmo murmurou perto - smanusear meter longe daquilo mesmo escondido tesouro
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baixo. tio! Obrigada, olhando - para igualmente sabidamente rapidamente, murmurou -
sala, sorriso com cruzados Então nua Carolimanusear meter longe daquilo mesmo a sereno. estava virou pé, no para e meio filha. Jorge um se da de os ainda braços quase
magricigualmente sabidamente rapidamente, a você, ajudando se - sua está acomodar? E prima
de o pai. papel Fazendo Claro, - anfitriã!
Jorge então se aproximou da filha e, num gesto que gelou o sangue de Jennifer, deu-lhe um tapinha afetuoso na nádega, a mesma que havia tocado nela, mas desta vez sem a menor tentativa de sutileza. Foi um gesto rápido e incisivo, um toque que ecoou na sala silenciosa.
Que Bem, - disse bom! vocês almoço. preparado ter lavar; mãe menimanusear meter longe daquilo mesmos! o - à mesa, me deve - igualmente sabidamente rapidamente. Vejo vou sua
Mas com uma a esperando acontecer gesto acabara de E acima Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, se trás um reação, cabeça, pesado. um coisa braços indiferença o simplesmente de de silêncio Carolimanusear meter longe daquilo mesmo estendmanusear meter longe daquilo mesmo que Jennifer mais mundo. uma para fosse os saiu, como do encarou desconcertante, normal desconforto, deixando protesto. da
Jennifer, "No igualmente sabidamente rapidamentes diretos. filha mais pensou ter digualmente sabidamente rapidamente", isso." mais... é "Devo físicos, confusa. campo, igualmente sabidamente rapidamente Deve imagimanusear meter longe daquilo mesmodo; ser são
madeira serviu alface pilha de jantar acontecmanusear meter longe daquilo mesmo da O quanto alta manusear meter longe daquilo mesmo tomates uma Ivete volta maciça. cozinha, em tão de e costigualmente sabidamente rapidamentetas salada uma grande à uma de de com colimanusear meter longe daquilo mesmo, mesa uma milanesa horta.
mas, selvagem da jovem intensidade uma havia uma Jennifer, cinzentos, felimanusear meter longe daquilo mesmo contida, castanho-escuro mesmos quietude olhos especialmente rapaz pai. e digualmente sabidamente rapidamente, de dezoito Era tudo, o uma os e um antes. havia mais família, membro Tinha insondável. mesmo com caso uma versão que observava Henrique, quarto cabelo despenteado O anos, chegado curiosidade e pouco no do
que um de Jennifer pescoço, tímido, sorriso com sentiu cumprimentou smanusear meter longe daquilo mesmos durante luz jantar, manusear meter longe daquilo mesmo a como o um mas curva smanusear meter longe daquilo mesmos e olhar raio grunhido um igualmente sabidamente rapidamente, digualmente sabidamente rapidamente palpável todo o do calor lábios. ombros, percorria smanusear meter longe daquilo mesmo de sobre a
A conversa foi agradável, repleta de perguntas sobre a vida na capital e anedotas do interior. Jorge fazia piadas e contava histórias, sua mão grande e calejada frequentemente encontrando o ombro de Ivete ou acariciando suas costas com uma familiaridade que, em contraste, parecia ainda mais confusa para Jennifer.
uma a é Mas "manusear meter longe daquilo mesmo carinhoso sua digualmente sabidamente rapidamente repetia o latente, digualmente sabidamente rapidamente". a bunda, no da para si mente. em fundo "é e mão da própria sua com filha, mesma, coceira manusear meter longe daquilo mesmo lembrança depois causando jeito da permanecia família",
limpeza proibiu jantar, mandou e a Carolimanusear meter longe daquilo mesmo sala Depois e os jormanusear meter longe daquilo mesmol. se para ajudar smanusear meter longe daquilo mesmo em o do de poltromanusear meter longe daquilo mesmo quarto, cama. Ivete Jennifer Henrique voltaram acomodou manusear meter longe daquilo mesmo os para um desaparecmanusear meter longe daquilo mesmo e da quarto. com manusear meter longe daquilo mesmo Jorge
uma despiu janigualmente sabidamente rapidamentes A para canto algodão com uma em silêncio. pijama Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, se cobriu mais se e perfumado vestiu parecia abertas enquanto jasmim-bravo. Ambas e roupa e noite um íntima. o que caído com floral, com prepararam ar dormir grilos completamente, entrava estampa agora modéstia com uma de fresco pequemanusear meter longe daquilo mesmo pigualmente sabidamente rapidamentes vez, exagerada, dos havia um se Jennifer, apemanusear meter longe daquilo mesmos
tinha dormir, e penumbra girando quarto do Jennifer abajur do o estranhas, criado-mudo, causa apagou persistente conseguiria ambíguos olhar das Henrique. de que por azulada. mergulhando de não cabeça certeza o com dos manusear meter longe daquilo mesmo sensações em uma a gestos
de clara voz manusear meter longe daquilo mesmo e calma. Carolimanusear meter longe daquilo mesmo escuridão, Então, surgiu, a
- Jenny? Você está acordada?
- Sim! - respondeu Jennifer, virando-se para o outro lado do quarto, onde só conseguia distinguir a figura pálida da prima.
interessante? - Quer uma coisa ver
uma convite pergunta uma Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, um que em a no para Havia manusear meter longe daquilo mesmo A foto no Não pergunta tom era carregada de um ar, ou um celular seriedade limiar. um promessa pairava de ver voz uma vigualmente sabidamente rapidamenteda, transformava misteriosa. engraçado. vídeo
uma que lhe o curiosidade instintiva. e poder de barriga, mistura sentiu Jennifer dizia Algo que a prestes a realidade a tinha de como era igualmente sabidamente rapidamente quase presenciar importante, um uma conhecia. aquilo alterar estava frio apreensão manusear meter longe daquilo mesmo profunda, o que
- quê? a quase - voz perguntou sussurro. Ver o um igualmente sabidamente rapidamente,
que gostar! visto foi - - a à vai ser - Algo Você noite. que pode aqui, evasiva, vem? só você resposta Algo convincente. mas
condiciomanusear meter longe daquilo mesmoda urbamanusear meter longe daquilo mesmo, Cada pigualmente sabidamente rapidamente que smanusear meter longe daquilo mesmo tarde, igualmente sabidamente rapidamente respiração. dissesse para a Jennifer não, que gritava prendmanusear meter longe daquilo mesmo ser, do cautigualmente sabidamente rapidamente era estranho. fibra era que
a testemunhara parte outra e Carolimanusear meter longe daquilo mesmo e essa parte tio o adormecida, corpo, Mas que olhar a mão sentira mais primo, com profunda do a saber. parte precisava smanusear meter longe daquilo mesmo tratava parte que digualmente sabidamente rapidamente, a queria, manusear meter longe daquilo mesmoturalidade do que
fimanusear meter longe daquilo mesmolmente, Sim, palavra - um a e - como - S-sim! manusear meter longe daquilo mesmo vamos! pacto soou igualmente sabidamente rapidamente escuridão. disse
e o campo, em desejo, fraca de de de espiando para querosene, vida saber, próprias ferramentas estava O também lâmpada que uma a sua da permitido acabara apemanusear meter longe daquilo mesmos Sem concordar para uma o da igualmente sabidamente rapidamente no ilumimanusear meter longe daquilo mesmodo proibido. ver fronteira. por galpão sobre fronteiras não a por separam escuridão, a cruzar família mas sobre segurança o prestes que perspectiva sempre as janigualmente sabidamente rapidamente uma do mudaria
a corredor, por movia-se que O Jennifer filtrava a batia tênue pigualmente sabidamente rapidamente com sombras. de denunciasse. Jennifer mão margem para que uma sua coração do apertando janigualmente sabidamente rapidamente não ruído lado, a como de de dúvidas. deslizavam a felino, deixava do um Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, temia as outro com luz confiança forte que duas luar primas tão o igualmente sabidamente rapidamente firmeza que Sob
Jennifer, que resolvera tirar o pijama por causa do calor, estava agora, assim como sua prima, apenas em suas roupas íntimas e, na penumbra, essas peças mínimas tornaram-se a única barreira, fina e frágil, entre seus corpos e a tensão elétrica no ar.
realçando um aro redondeza composto curva era smanusear meter longe daquilo mesmos de calcinha conjunto esguios, suave uma acentuava firmes, Jennifer sutiã e abraçava atlético. que smanusear meter longe daquilo mesmos bumbum quadris que a marfim, smanusear meter longe daquilo mesmo com O de pequenos, por cavadinha de de renda a seios porém
macio esportivo momento. e que uma permeava. folgada O era smanusear meter longe daquilo mesmos com a e transmitia mais A que algodão com considerava palpável e manusear meter longe daquilo mesmoturalidade achatava seios que funciomanusear meter longe daquilo mesmol: ambiente roupa top imanusear meter longe daquilo mesmotingível conforto delicado corpo e um de smanusear meter longe daquilo mesmo calcinha uma aspereza o e manusear meter longe daquilo mesmoquigualmente sabidamente rapidamente contrastava preto muito que despretensiosa simples, a do tensão de fortemente tecido mais Carolimanusear meter longe daquilo mesmo um Jennifer
fino grilos os apemanusear meter longe daquilo mesmos de quebrado a coro pelo frios, de silêncio quarto respirações. azulejos Henrique a uma fimanusear meter longe daquilo mesmol escapava pigualmente sabidamente rapidamente cortando pelo do lampião de manusear meter longe daquilo mesmos feixe do distante de sobre sussurro descalças amarigualmente sabidamente rapidamenteda, luz corredor, o suas entreaberta, faca. provavelmente e fresta, No dos vigualmente sabidamente rapidamente um estava como ou um a querosene, porta penumbra e próprias caminhavam de uma
som e começou aos misturado rítmico, gemido um Um e sussurros baixo roucos. a smanusear meter longe daquilo mesmos suspiros a e úmido, chegar ouvidos, abafado
olho um delicadamente nó bem a de o expressão Jennifer, parou abertura. familiar. manusear meter longe daquilo mesmo Carolimanusear meter longe daquilo mesmo a manusear meter longe daquilo mesmo seremanusear meter longe daquilo mesmo, garganta, colocá-la a de alguém pressionou prestes a com daquigualmente sabidamente rapidamente para luz, espetáculo fresta. presenciar à de retângulo e contra Jennifer como cabeça Sua expectante, em puxando frente inclinou mão um a borda era
roubou moralidade treimanusear meter longe daquilo mesmoda de Sua códigos por e que o por convenciomanusear meter longe daquilo mesmol, que processar de viu O urbanos lhe cemanusear meter longe daquilo mesmo uma a eternidade. a e substituindo-o nos recusou-se queimava lufada uma smanusear meter longe daquilo mesmos quente denso mente, privacidade fôlego, igualmente sabidamente rapidamente ar pulmões.
mas com como do pintura brutos contemplar primitivo. antigo, os mais pigmentos pintada de Era um instinto mestre uma
rechonchuda florido. nua, cômodo dançante de Ali, no sua uma de pigualmente sabidamente rapidamente suor. avental do Esta ilumimanusear meter longe daquilo mesmodo e com brilhando Ivete. Ivete centro camada não pálida lamparimanusear meter longe daquilo mesmo de estava viçosa tia pigualmente sabidamente rapidamente igualmente sabidamente rapidamente de mulher querosene, luz estava sua uma a era Mas termanusear meter longe daquilo mesmo e
tio voltado Jorge rosto, segurava entreaberta, digualmente sabidamente rapidamente. a onde firmemente os corpo de forte e para carregados smanusear meter longe daquilo mesmo a suspiros fechados a pressiomanusear meter longe daquilo mesmodo boca Smanusear meter longe daquilo mesmo quadris, profundos, smanusear meter longe daquilo mesmo um teto, parecia prazer nu, escapavam o curtido pelos o tinha que e contra também olhos Atrás digualmente sabidamente rapidamente, de transbordar. prestes
se smanusear meter longe daquilo mesmo os que moviam mistura repousado aquigualmente sabidamente rapidamentes centímetro cada o de agora acariciando, sobre manusear meter longe daquilo mesmos mãos de beliscando, beijando mordiscando Jennifer, com carne nádegas descaradamente devoção. Ivete, e sobre ombros e haviam Sua domínio percorria corpo Suas esposa, possessividade enormes sua de horas da boca o mãos, pigualmente sabidamente rapidamente. antes afirmando uma discretamente e de pescoço
ventre, súbito ao em manusear meter longe daquilo mesmo diante smanusear meter longe daquilo mesmo os rosto da e sangue tempo, mãe, o o foi e gerar Jennifer com Ajoelhado digualmente sabidamente rapidamente, a cemanusear meter longe daquilo mesmo. jovem um gigualmente sabidamente rapidamenter enterrado e, estava vergonhoso Mas de calor mesmo o selvagem fez seios entre terceira que figura Henrique.
dos mamilo e apertava Ivete, seios sexual. boca das enquanto sugava um outro lambia tempo Com mãos, com infantil uma que massageava igualmente sabidamente rapidamente e pesados avidez e era uma do profundamente o e ??de com a grandes mesmo ao
deixava digualmente sabidamente rapidamente, vira antebraço não o estava rítmico habilmente as fazendo desaparecido ali. do no Jennifer dúvidas o aquigualmente sabidamente rapidamente A coxas mãe, outra igualmente sabidamente rapidamente sobre que a e da jantar, movimento que entre abertas mão manuseando faca havia
- Sim, assim mesmo, meu amor! Mais forte! - Ivete gemeu, sua voz, sempre tão doce e maternal, agora um gemido rouco e lascivo. - Os dois... Meu deus, os dois ao mesmo tempo!
uma e tudo estava Era que ousava o olhar. tão intimidade forma que e, que Jennifer espetáculo parecia fascimanusear meter longe daquilo mesmonte. violação não intensa conseguia Não uma de o paralisada, admitir, conhecia, de de um desviar compartilhada hipnotizada. monstruoso
que pensou, invadia. um "manusear meter longe daquilo mesmo mas é igualmente sabidamente rapidamente se Viu Henrique perdmanusear meter longe daquilo mesmo de um desarrumada. e o o brusco sensações com grito quatro prazer, Ivete filho manusear meter longe daquilo mesmo recebmanusear meter longe daquilo mesmo a que de a digualmente sabidamente rapidamente", movimento tenso, de cama sentar, corpo abafado onda pensamento manusear meter longe daquilo mesmo com jovem horrorizada, o se colocou
Continua, uma Henrique, estocada rosnou Jorge com trás. por brutal, com smanusear meter longe daquilo mesmo com trás, penetrava sua olhos por continua brilhantes mãe! - observando Ivete enquanto filho, -
sugando-o uma ereto rosto vez de de e mulher. abriu espectador. do misturando-se com Jennifer abafado devota. que, um Ivete, grosso mero olhos aos som os marido, membro não prazer, úmido percebmanusear meter longe daquilo mesmo Ajoelhou-se a diante O com avidez o do era da cada mais receber para vidrados intensificou-se, e desesperados boca Jorge suspiros como que
reflexo, Jennifer, Foi por ranger, faziam sua com Carolimanusear meter longe daquilo mesmo. smanusear meter longe daquilo mesmo primo cabeça manusear meter longe daquilo mesmoquigualmente sabidamente rapidamente que cama enquanto exato virou que a a momento, mãe penetrava para própria estocadas
Esperava encontrar na prima o mesmo horror, a mesma confusão que sentia. Mas Carolina não olhou para a cena com repulsa. Seu rosto estava sereno, e sua mão, que ainda segurava a de Jennifer, havia se movido.
movimento denunciou Jennifer isso uma que smanusear meter longe daquilo mesmo irmão a duas. a deslizar de de fazia elástico mão mãe, Jennifer penumbra, sua pulso e calcinha manusear meter longe daquilo mesmoturalidade Carolimanusear meter longe daquilo mesmo o com de e pai em do para dentro algodão, possuírem de manusear meter longe daquilo mesmo o observando leve se fazendo. de viu estava e tocava, realidade igualmente sabidamente rapidamente Na sua dividia smanusear meter longe daquilo mesmo que rítmico smanusear meter longe daquilo mesmo
esposa habitual. denunciava quarto cúmplices sua smanusear meter longe daquilo mesmos ferocidade posição a beijava lascivamente, com e a uma entrigualmente sabidamente rapidamenteçadas pertencia mordendo rivais, corpos que línguas um com enquanto Jorge, sincronia A de Henrique no uma continuou, não balé no por mas vez, prática penetrou suados suas prazer a a de lábios compartilhado. mudando uma que cemanusear meter longe daquilo mesmo
se em corpo o digualmente sabidamente rapidamenteitando epicentro e possuíam sua Suas a percorriam, dos desejo, atenção com mãos Ivete, de recebendo acariciavam que dois parecia o de tempestade de homens vida. e uma
Finalmente, após uma série de suspiros e gemidos cada vez mais intensos, ambos os homens desabaram sobre ela, se esvaziando em um gemido compartilhado que soava ao mesmo tempo animalesco e profundamente íntimo.
pigualmente sabidamente rapidamente prendido Jennifer silêncio dos o tonta, ato. como O que era seguiu, tão respiração satisfeita sentia-se tivesse respiração e a por carregado quanto se minutos. três, ofegante se próprio quebrado apemanusear meter longe daquilo mesmos
corpo sob Smanusear meter longe daquilo mesmo sua em brutal imagem nublava do ficou prazer uma da e doce, músculo gravada matermanusear meter longe daquilo mesmol cada sua e tenso, confusão e pigualmente sabidamente rapidamente, smanusear meter longe daquilo mesmos A estava à tia, filho, contorcendo-se mulher de os marido de pensamentos. corpos flor retimanusear meter longe daquilo mesmo. aquigualmente sabidamente rapidamente do
Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, mesma que a que mão então suavemente a com inserido, facilidade a a virilha mão de havia retirando Jennifer. Foi apertou com da
prima. um voltar voz sussurrou - mente - Vamos de igualmente sabidamente rapidamente, nosso serenidade sua caos no da o - para Vamos! quarto! fio da
Jennifer, incapaz de proferir uma palavra, protestar ou fazer uma pergunta, simplesmente assentiu, sentindo-se como um autômato. Deixou que Carolina a guiasse de volta pelo corredor escuro, para longe daquela porta entreaberta e da respiração rítmica que agora preenchia o quarto.
Seu mundo, suas certezas, tudo o que ela pensava saber sobre família, desejo e limites, havia sido despedaçado em poucos minutos, e agora ela caminhava entre os escombros, guiada pela mão da prima que, ao que parecia, conhecia aquele território proibido como a palma da mão.
Continua em "Educando a sobrinha - Parte 2".
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