Desde que minha filha se casou eu passei a morar com meu filho, Caio. Nessa época ele tinha 20 anos, estudava farmácia e trabalhava num laboratório. Eu já estava sem marido há uns quatro anos, e nesse ínterim só alguns flertes haviam me acontecido.
Tudo começou com uma suspeita. Eu estranhava que o Caio, alto, moreno e encantador, nunca trouxera nenhuma namorada para casa. Seria ele gay? Passei a fuçar suas coisas. Nada de errado até aí. Restou o computador.
Uma vez ele tinha me ajudado a recuperar a senha do meu e-mail, que eu havia esquecido. Usei o mesmo truque para descobrir a senha do e-mail dele. Sei que é errado, mas fui ver suas correspondências.
Na caixa de entrada havia muitos e-mails. Quase caí de costas ao ler o primeiro. O remetente dizia que transava com a própria mãe. E pior, incentivava meu filho a fazer o mesmo. Outros falavam sobre desejos pela mãe, de forma vulgar, como se aquilo fosse banal. Abalada, fui à caixa de e-mails enviados. Foi mais estarrecedor. Neles o Caio me descrevia, dizia do seu tesão por mim e até fantasiava relações sexuais. Meu deussssss!!
Antes eu não soubesse. Meu filho me queria como mulher. E eu nunca tinha percebido nada. Nem passou pela minha cabeça um desatino desses. Vá lá que eu não era de se jogar fora. Meu jeito jovial disfarçava os meus quase 40 anos.
Até então eu não tinha arranjado homem porque não quis mesmo. Propostas não faltaram. Mas com tantas garotas jovens por aí, logo eu, sua mãe? Passei a observar melhor meu filho. Pela primeira vez o olhei, não com olhar de mãe. Envergonhada, olhei-o como uma fêmea, apreciando um macho. Foi o prelúdio dos meus tormentos. Li e reli todos os e-mails. Eu já não sentia a repulsa da leitura inicial. Os textos me causavam estranha sensação. Um calor jamais sentido.
- Poxa, o que está acontecendo comigo? - pensei.
Pela minha cabeça passavam mil coisas. Eu devia falar com ele? Eu devia confessar que tinha lido os e-mails. Eu devia falar que, pelos padrões morais, aquilo era errado? O que pensaria minha filha? Meus irmãos? Os vizinhos? A situação, confesso, massageava meu ego. Meu filho, lindo, lindo, me desejava. Alguns trechos dos e-mails martelavam na minha cabeça: "Minha mãe é gostosa demais! Que peitões lindos!", "Aquela bundona me deixou de pau duro", "Toquei uma punheta hoje, pelas suas coxas brancas e lisinhas", "Vi ela pelada no banheiro. Fiquei louco de tesão. Que vontade de meter a vara nela!".
A mulher adormecida em mim despertava. Voltei a frequentar o cabeleireiro e manicure. Reiniciei a dieta. Renovei meu guarda-roupa com vestidos e sapatos mais alegres e sensuais. E quando comprava lingeries novos, sexy e ousados e, ao estreá-los, passei a pedir a opinião de Caio.
Mesmo sabendo do despropósito, não tive forças para reagir. Aliás, parte de mim não queria reagir. Os dias foram passando e eu, cada vez mais doida. Os pijamas foram aposentados. Passei a usar camisolas curtas de cetim, transparentes, decotadas, expondo parte dos meus seios e coxas.
O Caio fingia indiferença, mas, ao ler seus e-mails, eu o percebia mais excitado, numa verdadeira escalada de tesão. Eu estava dando corda. Quando o Caio era criança, eu o beijava na boca, beijo de mãe. Na adolescência, não sei desde quando, passamos a nos beijar na face.
Mas certo dia, nossos lábios se encontraram. Esquecemos que éramos mãe e filho e nos beijamos na boca, de forma natural, com desejo. Desvencilhei-me perturbada, ao constatar que tinha sentido prazer.
Nossos contatos físicos foram aumentando. À princípio como brincadeiras. E os abraços, apalpadas e encostadas dos quadris cada vez mais frequentes. Foi questão de tempo acontecer.
Foi numa noite em que abusei um pouco do vinho. Estávamos deitados sob a coberta, assistindo um filme. Quando a mão do meu filho roçou meus seios, senti os biquinhos ficarem durinhos na hora. E a onda de prazer chegou à pombinha, causando umidade e até contrações.
Tentei culpar a bebida, mas na verdade, o desejo reprimido guiou minha mão direita até o seu instrumento duro. Só apalpar já não satisfazia. Não falamos nada. Abaixei a calça do pijama do Caio e peguei no seu membro ereto.
Era delicioso o contato daquela ferramenta grossa e quente na palma da mão. Masturbei suavemente. A respiração ofegante do Caio denunciava o prazer que sentia. Gemendo ele disse:
vou aguento Aaahhh... muito cacete mãe, mmanusear meter longe daquilo mesmos escorrendo ficou bom. tudo não com bom, Não - esperma migualmente sabidamente rapidamentecou que frente. goozzaarr! aguento... dedos. pulsando, viscoso o mais... entre A porra aaahhh, pigualmente sabidamente rapidamente aaahhh, espirrada Smanusear meter longe daquilo mesmo
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de coxas era Smanusear meter longe daquilo mesmo E por nádegas. arrependimento novamente Senti-me chegar tudo queimada. agora aquilo queria estava Mmanusear meter longe daquilo mesmo calor, loucura. ponto. cedido. fogo. àquigualmente sabidamente rapidamente minhas pênis de culpada, duro, prestes também, e mais. sentido a misto ter ser com estava em filho encostando-se igualmente sabidamente rapidamente mas, Um brincar deixar E o
de pênis, e sufocando duro engasgar. O logo. masturbei Ajoelhei o carne pedaço que de novo. gemia E e um mastro. E abocanhei não boca! minha colocava em para Enquanto o igualmente sabidamente rapidamente nooooossa!... chupava, e empurrava tempo me fazendo-me Há pulsante quanto manusear meter longe daquilo mesmo e Caio gozasse gozou
leitinho e não e jamais manusear meter longe daquilo mesmomorada. igualmente sabidamente rapidamente Engoli que uma smanusear meter longe daquilo mesmo minha errado igualmente sabidamente rapidamente todo deveria saliva. lisinho arrumar inteiro, repetir, calmos, falei igualmente sabidamente rapidamente se era quentinho que para aquilo e limpei Mais brilhante deveria deixando-o com por que smanusear meter longe daquilo mesmo
Ele pareceu nem prestar atenção no que eu falava e veio dizendo que me amava e que nenhuma outra mulher interessava. Os dias seguintes foram difíceis, com meu filho sempre tentando e eu rechaçando, querendo, eu confesso, mas, fugindo.
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Ele tentava chupar a minha ostrinha. E aquilo me causava prazer, enfraquecendo minha determinação. Certa vez, ele quase conseguiu me pegar na marra. Por pouco não me entreguei a ele.
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O Caio, enciumado, me pôs contra a parede. Ficamos sem falar vários dias. Eu precisava fazer as pazes. Quando ele era criança, eu prometia algo para o natal ou no seu aniversario. E, num momento de ímpeto, acabei prometendo deixá-lo transar comigo em seu aniversário. E ficamos de bem. Era tudo o que eu queria.
Só que o aniversário dele estava se aproximando. E eu, arrependida da promessa, pensava: "Bem feito, bocuda!", me auto-repreendendo. Ele até tinha parado de me forçar. Abraçava-me e beijava com muito carinho, sempre me lembrando da promessa feita. Como se fosse possível me esquecer.
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Meu deussss!!! Era insano e angustiante pensar nisso. Eu sentia a racha toda preenchida por um pênis proibido. Estava ocorrendo a quebra de um tabu social. Algo que seria terrivelmente embaraçoso, se algum parente viesse a saber.
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Resolvi não pensar. O amor que eu sentia por ele falou mais alto. Desta vez, fui eu mesma que o puxei para junto de mim, com força, enlaçando-o com braços e pernas. Não queria que ele saísse de mim. Ele era meu. E sempre seria meu! Meu amor, minha vida.
E ele veio dizendo em meu ouvido: - Te amo..., eu te amo muito, mãe!...
P.S. - Esta história não terminou por aqui. Narrei o que aconteceu depois, no conto "Meu filho meteu atrás e eu gostei". Procurem neste mesmo site.
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