Meu nome é Márcio, e ainda tenho essas lembranças bem vivas na minha mente. E tenho certeza que ela também, principalmente quando nos encontramos em festas de fim de ano, onde reunimos toda a família. É difícil acreditar que já se passaram 19 anos.
Quando tudo isso aconteceu, eu estava no auge de minha forma física e sexual, e ela era apenas uma ninfetinha. Hoje ela está uma linda mulher, casada, e com uma linda filha, com os mesmos olhos verdes brilhantes dela. Suas coxas continuam bem torneadas, roliças e grossas, e os seios continuam pequenos e pontiagudos.
Mesmo tendo amamentado, seus seios parecem que não cresceram muito. Seu ponto alto era, sem dúvida, a bunda. Ah!!! Que bundinha linda e volumosa, na medida certa, arrebitadinha até hoje e motivo de minhas punhetas.
Bem, tudo aconteceu quando minha cunhada Lívia se separou do marido e veio morar com a gente. Inicialmente ela disse que era apenas por uns dias, até arrumar um emprego e casa pra morar. A principio fui contra, pois achei que iria nos atrapalhar, uma cunhada com uma filha adolescente, com quem tínhamos pouco contato, e tiraria nossa liberdade, já que tínhamos muita liberdade em casa.
Eu até andava só de cueca e minha mulher só de calcinha, ou seja, tínhamos nossa privacidade. Já o muro era alto, com cerca elétrica e portão fechado o tempo todo.
Minha esposa argumentou que não podia deixar sua irmã morar em qualquer lugar e que era egoísmo meu ter uma casa confortável, relativamente grande, com 3 quartos, e não abrigar sua irmã e a filha por uns tempos. Acabei cedendo e logo a Lívia se mudou pra nossa casa com sua filha Gaby. Só aí percebi o quanto a Gaby era gostosa, no frescor. Ela tinha umas coxas grossas, que ela deixava à mostra em shortinhos curtos e apertados, estufando a xotinha volumosa.
Seus seios eram pequenos tipo pera, de bicos pontudos que marcavam nas blusinhas regatas sem sutiã. Eu fazia um esforço danado pra me conter diante daquela gostosinha.
E acho que ela fazia de tudo pra me provocar, com olhares, sorrisinhos, e se insinuando sempre que estávamos fora da vista da mãe e da tia. Ela até me mostrava a calcinha por várias vezes, usando sainhas. Pois, do ângulo em que eu estava, ela sabia que não tinha como não ver sua calcinha.
Eu trabalhava à noite (na época eu era bioquímico plantonista em um hospital) e ficava o dia todo em casa, e minha esposa trabalhava no mesmo hospital durante o dia.
Eu tinha liberdade de ver filminhos pornôs, ler revistinhas de sacanagem, que eu jogava fora ou queimava pra minha esposa não descobrir esse meu vicio. Eu batia longas punhetas vendo esses filmes e lendo revistas como Private, Abusada e outras do gênero.
Minha esposa logo arrumou um emprego pra sua irmã em uma clínica de um médico amigo nosso. A Gaby estudava de manhã e só chegava em casa por volta de 12:30hs. Assim, eu continuei a ter liberdade de ver meus filminhos de sacanagens e bater minhas punhetas.
Tudo isso mudou numa sexta-feira em que a Gaby não teve aulas e chegou cedo em casa. Eu havia trancado a porta da sala, mas esqueci a porta dos fundos, e foi por ali que a Gaby entrou, e sem fazer barulho, ficou me observando no sofá esparramado assistindo um filme em que um negão fodia com duas lindas loiras.
Eu estava acariciando minha pica dura, apertando e logo retirei ela pra fora da cueca, e bati uma punheta em movimentos ritmados. Cuspi na palma da mão e acelerei a punheta até gozar, espirrando jatos de porra na toalha que eu havia colocado no sofá estrategicamente pra esse fim.
- Que isso, tio?!? Gozando sozinho?!? - ouvi a Gaby falar e levei o maior susto. Meu pau amoleceu na hora, e ela deu risada ao me ver todo atrapalhado, tentando arrumar o pau melado na cueca.
- Gaby?!? Você não devia estar aqui, menina!!! E sua aula? - perguntei meio sem jeito. - Que isso, tio? Fica frio!! Eu estava aqui faz tempo vendo você se masturbar, até gozar! Você tem um pauzão, heimm, tio! - ela disse, toda safadinha.
Ela disse isso e deixou a mochila em cima do sofá e veio se sentar ao meu lado. - Vamos terminar de ver o filme!! Eu nunca vi um desses!! - ela falou e eu fiquei totalmente sem reação.
Refeito do susto, com ela ali sentada ao meu lado, com aquele sorrisinho safado na cara, de sainha curta azul e blusinha branca, as cenas de sexo se sucedendo na tela, fui ficando excitado de novo.
Logo criei coragem e coloquei a mão sobre a coxa dela e fui alisando, acariciando, sentindo os pelinhos sedosos se arrepiarem.
Como não tive reação contrária, fui subindo com a mão e ela foi se recostando no sofá e abrindo as pernas, facilitando a invasão. Quando cheguei na calcinha dela eu a senti toda molhada. Apalpei a xoxotinha por cima da calcinha e ela gemeu, de olhos fechados.
Me aproximei e a beijei na boca, engolindo sua língua. Cada vez mais atrevido, enfiei a mão por dentro da calcinha dela, sentindo os pentelhos molhados e os lábios da xotinha babando. Ela parou de me beijar e murmurou: - Aiiiii, tio!!! Que delícia!! Me faz gozar, faz...!!
O jeitinho que ela me pediu isso me chamou na responsabilidade de fazê-la gozar. E foi o que fiz. E como fiz!! Me ajoelhei no meio de suas coxas, abri sua blusinha, revelando o sutiã branco com um lacinho dourado.
Ela mesma abriu e retirou a pecinha, me expondo um lindo par de seios rosados de aureolas claras e bicos pontiagudos, que pareciam duas peras maduras, prontas pra serem colhidas.
E eu os colhi, mamando e chupando cada um deles, contornando com a língua cada mamilo, mordiscando-os enquanto acariciava a xotinha por baixo da saia, arrancando dela gemidos e gritinhos de puro tesão.
Coloquei-a em pé, retirei a sainha azul, deixando-a só de calcinha branca, com um lacinho dourado no meio. Beijei-a na boca, abraçando seu corpo por inteiro, sentindo todo seu corpinho tremer de encontro ao meu. Meu pau duro pressionava sua xoxotinha melada.
Ela me enlaçou o pescoço com seus braços suaves, com as pernas em torno da minha cintura e se dependurou em mim. Segurei-a pela bunda durinha e ela ficou toda suspensa em volta de mim, com o meu pau agora pressionando a sua xoxotinha.
Sem parar de nos beijarmos, afastei a calcinha dela pro lado e coloquei a cabeça da pica em brasa na entradinha da bocetinha toda melada. Dei uma cutucada na entrada da raxa e ela parou de me beijar de imediato.
- Tioooooo, calma!! Por favorrr!!! Sou virgem ainda!! - ela falou, quase sem fôlego. Só aí caí na real que ela era virgem. A deitei no sofá, retirei sua calcinha, abri as pernas dela e me deparei com a xoxotinha mais linda que eu já tinha visto em toda a minha vida.
E olha que eu já tinha comido muitas bocetinhas na minha vida, loiras, morenas, negras, japonesas, grandes, pequenas, pentelhudas e sem nenhum pelo, de todo jeito. Agora, igual àquela eu nunca tinha visto.
A bucetinha dela era inchada, de pentelhos dourados, lábios pequenos e rosados, brilhando pelo melzinho que escorria de tesão. Abri os lábios da perereca dela e me deparei com um grelinho inchadinho, com a cabecinha rosada. Não resisti e caí de boca, lambendo e chupando, pegando ele inteiro na boca.
Ela tremia o corpo todo, arqueando os quadris, me puxando pelos cabelos de encontro à sua xoxota e gozou, gozou na minha boca soltando um melzinho delicioso que eu bebi. Bebi cada gota do seu gozo doce.
Ergui meu corpo e levei o pau pulsante pra boquinha daquela ninfeta, esfreguei o pau na cara dela, pedindo: - Chupa ele, Gaby!!! Chupa, filha!!! Ela abriu a boca e passou a lamber a cabeçona vermelha da minha pica. Fui orientando ela:
- Isso, Gaby!! Abre a boca, abre, agora engole o tanto que você puder!! E mama, issooooo, mama, como se fosse um pirulito, isso, mamaaaa, amorzinho.... Vai!!! Mama e punheta ele!!!
Com alguns movimentos de punheta com aquela mãozinha delicada e macia e com aquela boquinha quentinha no meu pau, eu não resisti e gozei como um louco.
Gozei na boca dela, no rosto, nos seios, nos cabelos, melando ela toda. De repente acho que ela caiu na real e, recolhendo suas roupas pelo chão, saiu correndo pro quarto. Fiquei preocupado com a reação dela e fui bater na porta, pedindo:
- Gaby, tudo bem com você? Por favor, não vá falar nada com sua mãe ou sua tia, tá bom? - Fica frio, tio!!! Vai ficar só entre nós dois, nosso segredinho! - ela respondeu de dentro do quarto.
E de fato, quando minha esposa chegou, ela se comportou como se nada tivesse acontecido. Mas era só até aparecer uma oportunidade de ficarmos sozinhos que nos agarrávamos aos beijos e amassos de tirar o fôlego.
Deixei pra tirar o cabacinho dela depois de seu aniversário de 16 anos. Mas essa é uma outra história que conto em breve. Aguardem!!
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